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Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Eu sou a lenda


Resumo: Robert Neville é o último homem sobre a Terra. Uma bactéria transformou a humanidade em vampiros mas ele continua imune à bactéria, apesar de não saber porquê. Neville sofre todos os dias para manter intacta a sua casa, para não ser apanhado pelos vampiros mas acima com a solidão da sua condição.

Expectativa:  Um pouco desanimada com o livro com que iniciei a leitura temática. Felizmente este livro foi bem melhor.

Opinião: Eu gostei muito deste livro apesar de não ser grande fã de terror. "Eu sou a lenda" foi o livro que criou "o sub-género dos mortos-vivos", sub-género hoje muito popular e comum. Achei que, para um livro publicado em 1954, é ainda muito actual. Gostei de  acompanhar a luta de Robert Neville pela conservação da sua espécie, a humana, por querer viver mesmo quando não compreende porquê. Emocionalmente é muito intenso e conseguiu-me levar às lágrimas em determinado ponto.
Eu tinha este livro na minha estante há já algum tempo e ainda não o tinha lido porque detestei a adaptação para filme com o mesmo nome e tendo o Will Smith como protagonista. Felizmente o livro não tem nada a ver com aquela mixórdia de clichés que inventaram.
Aconselho vivamente a leitura, uma daquelas que nos faz pensar e muda algo dentro de nós.

Estado de espírito: Bom, sinto-me menos cansada do que é costume nesta época do ano.

Pontos Positivos: Boas cenas de acção e reflexão, gosto dos diálogos internos de Neville, a escrita do autor e a excelente tradução feita por Fernando Ribeiro e David Soares para a Saída de Emergência.

Pontos Negativos: Os 3 contos no final não estão assinalados como tal, pensei que fossem capítulos finais do livro e confundiram-me imenso.

Fez-me refletir sobre: A solidão. A importância do contacto humano e animal nas nossas vidas.

A Luz

Resumo: Jack Torrance e a sua família mudam-se para o Overlook Hotel depois de este ter aceite um trabalho como zelador nos meses de Inverno. Danny, o filho do casal, é uma criança com um poder psíquico extraordinário e a sua "luz" brilha intensamente. Aos poucos o hotel começa a revelar os seus "segredos" a Danny e aos seus pais, levando-os a enlouquecer aos poucos...

Crítica: Não gostei. Não gosto da forma como o Stephen King escreve. Parece que estou a ler um guião de um livro. Se bem que este "A luz" é de longe muito melhor que o "Cell", dei por mim a ler uma página e a adormecer de seguida. Não me agarrou ou inspirou e muitas vezes pensei em desistir do mesmo.
Pontos positivos:
Os pequenos e súbitos pensamentos que as personagens tinham.
A construção da história: pequenos pormenores no início tornam-se importantes no final e vice-versa.
A densidade das personagens.

Pontos negativos:
O saltitar de personagem em personagem (outra vez a minha teoria do guião).
A escrita pouco poética, talvez um pouco redundante e definitivamente cansativa!

Expectativa e estado de espírito: Tinha uma grande expectativa em relação a este livro, por ser uma grande fã do filme. Conhecia a polémica entre o Stephen King e o Kubrick, relativamente à adaptação e por isso a curiosidade não podia maior. Estou desiludida acima de tudo. Estive para desistir várias vezes porque foi, acima de tudo, uma leitura angustiante.

Esta obra fez-me reflectir sobre: A família, doenças mentais e poderes psíquicos.

Cell - Chamada para a morte

A história começa momentos antes do Impulso. Momentos antes do mundo desabar. E tudo porque algo (um vírus informático talvez...) é enviado a todos os telemóveis do mundo, levando a que todos aqueles que atendem a chamada, enlouquecem...
Seguimos a história do ponto de vista dos sobreviventes, dos normais, aqueles que não tinham telemóvel ou que perceberam a tempo que este era o veículo da loucura.
A ideia é boa, não é? Infelizmente a história é contada de uma forma pouco ou nada cativante. A primeira sensação que tive foi que estava a ler um guião de um filme. Os diálogos existiam mas o raciocínio das personagens é quase inexistente. Foi, por isso, muito difícil identificar-me com eles, sentir pena ou horror com elas. Por vezes (demasiadas até...) desejei-lhes a morte para acabar com o meu sofrimento e acabar o livro de vez.
Por falar em horror, as descrições das partes mutiladas e cheias de puz de uns e outro são óptimas, tiram a fome a qualquer um. No entanto, são tão gratuitas e desprovidas de dramatismo que a nem isso é interessante de ler.
Esperava mais do Stephen King. Li o "Carrie" há muitos anos e lembro-me de ter adorado. O que é que aconteceu afinal? Estará o Stephen King cansado de escrever, ou então com a sua escrita tão mecanizada que já perdeu a sua paixão pelas palavras?
Fraco este "Cell" e não fiquei nada contente com o fim... Fraco, muito fraco...

Suspiria





Ontem estive a ver um clássico do terror. Dario Argento é um dos grandes criadores do cinema do terror e Suspiria é considerado por muitos, o melhor.
Não faz muito o meu género: sangue e raparigas cortadas aos bocados, mas a história é muito boa e a banda sonora é das melhores. É também giro ver o Miguel Bosé extra novo no filme.

The Omen

The Omen 666

Fui ver o remake do "The Omen" e acho que foi dinheiro muito bem gasto. Está muito fiel ao original, consegue manter a mesma pressão psicológica, as mesmas pausas, os mesmos padres fanáticos para matar o rapazinho de 5 anos. Que é apenas o filho do Diabo, o Anti-Cristo incarnado, mais nada...

The Omen 1976

O que é excelente neste filme é que o puto diz duas frases o filme todo e mesmo assim consegue-nos assustar ao máximo. Ao ponto de pensarmos: "Olha, ele está a comer morangos... De certeza que ele vai fazer qualquer coisa de diabólico!" Bem dito, bem certo!
A segunda imagem em cima é do filme original de 1976. Pergunto-me sempre o que andarão estes miúdos a fazer quando crescem: são actores? Não são? Neste caso, depois de pesquisar um pouco, descobri onde está o Damien agora que cresceu...



 



Shining

Eu sou uma grande adepta de filmes de terror, mas mesmo que não fosse, seria estupidez dizer que este filme não é uma obra prima. Terrívelmente poderoso!! O que mexe muito comigo é o terror real, ou seja, não é um extraterrestre ou um vampiro que me mete medo. É o facto de um ser humano, alguém em quem confiamos, virar-se contra nós, que realmente me aterroriza. E este filme demonstra-o de uma forma perfeita. Poderia divagar infinitamente sobre os actores, sobre o realizador, etc, etc... mas não vou fazê-lo, porque só o vendo. Tudo funciona: o impacto visual, a música, os tempos... perfeito ao milímetro. http://www.imdb.com/title/tt0081505/ Aluguem, peçam emprestado, mas vejam. Vale a pena! Posted by Picasa

Sonho de Terror

Há 2 noites tive um sonho de terror. Digo assim, poque estava a adorar o sonho, não o considerei um pesadelo. Era uma família que ia visitar Veneza, os pais e uma filha de 11 anos. Os pais conheciam a cidade porque tinha sido lá que tinham passado a lua-de-mel. Passado algum tempo a filha começou a ser assombrada: primeiro ouvindo vozes e depois sentindo uma presença. Por fim, ela começou a ver quem a assombrava: uma rapariga adolescente que dizia ser sua irmã e filha do diabo. Ninguém a conseguia ver como ela e decidiram pedir ajuda, mas de repente desistiram da ajuda. Foi aí que comecei a ver o que a rapariga de 11 anos via quando a assombração a atacava: gritava-lhe aos ouvidos, sobrevoava sobre a família e emitia ondas quando gritava, que alteravam tudo, parecia a imagem reflectida na água depois de se ter atirado pedrinhas. A mãe recolheu-se na igreja e rezou: ela sabia que ela era a culpada, porque aquela assombração era a filha que nunca tinha nascido, porque ela a tinha abortado. Tinha sido gerada numa violação, por um homem que a tinha atacado em Veneza, por altura da sua lua-de-mel. Infelizmente acordei e não soube o resto da história...

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