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Telma_txr

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telma_txr

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

22.11.12

Lido em Inglês. Lido no Kindle.

 

Série: Lords of the Underworld (#1 de 9)
Resumo: Maddox faz parte de um grupo de guerreiros condenados a viverem com os demónios que libertaram da caixa de Pandora dentro dos próprios corpos. Além disso Maddox tem uma maldição adicional: por ter sido ele a matar Pandora, todas as noites tem de morrer e ser levado para o Inferno. Ashlyn Darrow nasceu com a sua própria maldição: o de ouvir vozes, todas as conversas que aconteceram num determinado local até a um passado distante. É assim que ela toma conhecimento do grupo de guerreiros que vive exilado em Budapeste, que alguns habitantes locais julgam ser demónios mas muitos outros acreditam ser anjos. E quando Ashlyn conhece Maddox ela deseja que ele seja realmente um anjo porque perto dele todas as vozes se silenciam.
Expectativa: Não muito elevada, tinha lido um conto que antecedia este livro que detestei, achei na altura a escrita da autora muito fraquinha.
Opinião: The Darkest Night é o primeiro volume da saga Lords of the Underworld que, é em tudo semelhante a outras sagas de romance paranormal que há actualmente no mercado (como por exemplo O Predador da Noite ou Lords of Deliverance). A história dá-nos a conhecer não apenas Maddox, o protagonista principal desta história, mas também suficientes protagonistas masculinos secundários para ter uma longa saga assegurada. Há que garantir o ganha-pão! A mitologia é interessante, pegando no mito de Pandora e dando-lhe um twist. As protagonistas femininas são todas americanas, o enredo acontece em Budapeste, os guerreiros têm mil anos mas todos se entendem em inglês. Devo dizer que o conceito de vários homens a viverem em conjunto durante milhares de anos debaixo do mesmo tecto e manterem-se razoavelmente sãos psicologicamente pareceu-me algo estranho, assim como o facto de serem guerreiros gerados pelos deuses mas serem em tudo igual aos humanos. Enfim, detalhezinhos menores. 
Ashlyn é uma heroína muito interessante e acaba por ser o elemento dominante do casal. É ela que "persegue" Maddox, tenta protegê-lo e salva-lo. Gosto muito do "dom" dela e do seu trabalho, no entanto tudo o resto é um pouco cliché de heroína romântica, infelizmente. O Maddox foi na sua maioria um personagem bidimensional (ai eu sofro tanto, ai eu sofro e resisto e sou violento e atormentado) com algumas passagens interessantes, como o seu passado como guerreiro. A autora preferiu substituir alguma história de fundo interessante e um romance mais prolongado por cenas de pancadaria que (supostamente) garantiam mais acção e um romance de dois dias que não convence mais que um engate de discoteca.
Quanto a tudo o resto, ou seja, os outros personagens, são muitos e diversificados, há um enredo secundário muito interessante e muitas perguntas que ficam no ar para responder em livros futuros.
Estado de espírito: Boa, acho queria desanuviar um bocadinho da temporada pós-apocalíptica que já me estava a deprimir um pouco e pensei que um romance fosse o remédio que precisava.
Pontos Positivos: A mitologia. O desenvolvimento interessante da história. Ashlyn.
Pontos Negativos: A falta de profundidade tanto dos personagens como na exploração de certos temas, privilegiando cenas de acção à filme.
Fez-me refletir sobre: O mito de Pandora em que todos os males que se espalharam no mundo excepto a esperança.

19.07.11

Resumo: Este conto, que serve de prequela à saga Lords of the Underworld, conta a história de Geryon, guardião do Inferno, e de Kadence, a deusa da Opressão. Kadence está ligada ao muro que previne que os demónios saiam do Inferno e pressente que o muro está a ser atacado e a ficar fragilizado. Pede então ajuda a Geryon para conduzi-la através do Inferno e encontrar estes demónios mas, para que este abandone o seu posto, Kadence faz um acordo com Lúcifer. Já no Inferno, ambos conseguem ultrapassar as suas inseguranças e revelarem o que sentem um pelo outro. Infelizmente o encontro com os Demónios do submundo não corre da melhor forma, Kadence morre, Geryon suicida-se, e as almas de ambos ficam livres para vaguearem na Terra. Dos ossos de Kadence os deuses criam uma caixa, a caixa de Pandora, onde ficam guardados todos os males que podem assolar o mundo. 


Crítica: Confesso que não há muito mais a acrescentar além do que já foi dito no resumo. O conto está muito mal estruturado, é muito difícil compreender o tempo que decorre entre o momento em que a Kadence diz ao Geryon para a acompanhar no Inferno até ao fim do conto. Tudo parece decorrer muito apressadamente: o romance, o sexo, as cenas de acção, enquanto que por outro lado perde-se tempo em divagações melosas sobre o quanto o personagem gosta do outro. É incrível como uma ideia tão boa se perde porque a autora está mais preocupada em partilhar os sentimentos nostálgicos e depressivos, cheios de pena própria dos dois amantes. Enfim, eu acho-o mau o suficiente para receber uma estrela apenas (Quero esquecer que o li) mas não assim tão mau, apenas não gostei. A ideia geral do mundo criado parece-me muito boa e acredito que os próximos livros da saga sejam um bocadinho melhores.

Expectativa e estado de espírito: Com uma expectativa muito positiva, dado que a saga me foi recomendada e as capas são deliciosas. Mais uma das minhas leituras noturnas, excelentes para descontrair e adormecer.

Pontos positivos: O mundo criado.

Pontos Negativos: A escrita melosa e apressada.

Fez-me reflectir sobre: Mitologia grega, o mito da caixa de Pandora.

Ebook lido em inglês

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