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Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

The Happiness Project


Lido em Inglês. Lido no Kindle

Resumo: Num dia chuvoso, enquanto levava a filha à escola de autocarro, Gretchen Rubin perguntava-se se era feliz. Era realmente feliz? Ela achava que sim mas esta reflexão não a largou durante muito tempo. Percebeu que queria aproveitar ao máximo os dias com a sua família, amigos, no trabalho e no dia-a-dia em geral. Incomodada com a possibilidade que estaria a deixar escapar "momentos de felicidade" e que não estava interessada em abandonar a sua vida e ir à procura da felicidade, Gretchen decide passar um ano inteiro a melhorar a sua própria felicidade. A esta tarefa chamou-lhe "Projecto Felicidade". Este livro é o relato desse ano de experiências.

Expectativa: Eu já conhecia o blog da autora há algum tempo e nunca tinha realmente me interessado pelo livro até que vi o vídeo no canal Thnkr no Youtube. Achei que esta era a leitura ideal para o momento que estava a passar.


Opinião: Há muito tempo que não lia um livro de auto-ajuda e é sempre aquele tipo de livros que nunca dizemos que lemos porque é foleiro e transmite a ideia que não estamos bem quando até estamos. Até ao dia em que não estamos e não sabemos bem porquê.
Acho que a história da experiência da Gretchen Rubin é baseada um pouco nessa ideia: ela já era feliz, apenas queria ser mais sem negar a vida dela, "sem ter de partir pelo mundo" em busca da felicidade. Decidida a passar um ano a descobrir a sua fórmula pessoal para ser mais feliz, a autora decidiu abordar 12 aspectos da sua vida (um por mês) tentando várias estratégias, pesquisando, fazendo experiências, acertando e errando. Resumidamente: 
Janeiro - vitalidade; Fevereiro - casamento; Março - trabalho; Abril - ser uma mãe melhor; Maio - lazer; Junho - amizade; Julho - dinheiro; Agosto - Eternidade; Setembro - perseguir uma paixão; Outubro - prestar mais atenção; Novembro - atitude; Dezembro - Todas as anteriores.
Em cada capítulo, além de falar da sua experiência ela cita várias personalidades famosas e obscuras, menciona estudos sobre o tema, conta situações de amigos e partilha comentários que as pessoas fizeram no seu blogue. Por ser uma boa escritora ela passa toda esta informação de uma forma muito interessante, nunca chata, o que acabou por tornar toda a leitura relativamente agradável e pouco "auto-ajuda" como em livros que li antes deste. Devido à quantidade de informação acabei por fazer uma série de anotações no meu kindle (23 no total) sobre como encontrar ou produzir felicidade a cada momento da nossa vida em vez de esperarmos que os momentos de felicidade "aconteçam". Alguns exemplos:
"It is by studying little things," wrote Samuel Johnson, "that we attain the great art of having as little misery, and as much happiness as possible."
"We tend to think that we we'll be slightly happier in the future than we are in the present."
"Having some kind of physical way of preserving information keeps good ideas vivid and creates unexpected juxtapositions."
"Unless you make consistent efforts, your friendships aren't going to survive".
"A common theme in religion and philosophy, as well as in catastrophe memoirs, is the admonition to live fully and thankfully in the present."
"Refusing to be happy because someone else is unhappy, though, is a bit like cleaning your plate because babies are starving in India."
"It is easy to be heavy; hard to be light".
E a minha favorita de todas:
"The days are long, but the years are short."

No fim achei que este livro não me trouxe nada de novo mas fez algo melhor que isso: trouxe-me a confirmação, através de outra pessoa, daquilo que eu já sabia ser a "fórmula da felicidade".

Estado de espírito: O meu Verão foi um pouco complicado em relação à "felicidade": tive duas mortes na família e no geral sentia que não estava bem, apesar de não saber o porquê. Enquanto reavaliava as razões da minha "infelicidade" comecei a ler este livro e imediatamente percebi que estava no bom caminho em endireitar o meu dia-a-dia, que precisava de rever certas áreas da minha vida, livrar-me de certos hábitos, criar novos, procurar ter mais pequenos momentos felizes. Foi o livro certo no momento certo.

Pontos Positivos: A escrita, os muitos exemplos, citações e truques. É um livro muito prático que inspira a ser prático também. Tem uma listagem porreira no fim de todos os livros que a autora consultou e menciona no livro.

Pontos Negativos: Acho que não encontrei nenhum.

Fez-me refletir sobre: A felicidade nas pequenas coisas. A gratidão. Trabalhar mais nas minhas amizades.

O blogue da autora: The Happiness Project

A Profecia Celestina

Este livro tem para mim uma história algo engraçada. Há 6 ou 7 anos atrás, tinha terminado de ler "Conversas com Deus" e o livro surgiu em tema de conversa com uma amiga minha. Ela disse: "Se calhar vais gostar deste... é daqueles livros que entram na tua vida de uma forma diferente, és capaz de gostar".
Bem, na altura, nem o terminei. Achei-o insuportável e nem o terminei.
Um dia, vi-o, agarrei-o, paguei-o e trouxe-o comigo, lembrando-me que não tinha gostado da história... Porque é que o comprei??
Passou imenso tempo e não pegava no livro para o começar a ler.
E então, a semana passada comecei a lê-lo... e tudo tinha sentido! Nem parecia a mesma história!!
Vi pormenores que não tinha visto antes... li coisas de uma forma diferente... e encerro este "post" afirmando que, tudo tem o momento certo. Até o livro para ser lido.
Valeu a pena, boa leitura apesar de que, a linguagem deste escritor não é muito poética.

O poder da Kabbalah


"Não há aqui truques. Nada que tenha a haver com dogmas religiosos; as ideias neste livro são tão avassaladoras e contudo tão simples." - Madonna

Foi ela quem me fez comprar o livro. Aliás, foi ela que deu a conhecer a meio mundo o que era isto da Kabbalah. E eu como não sabia e queria saber, comprei-o.
Fiquei esclarecida sobre o que é a Kabbalah, pois o livro explica-o muito bem. Convertida? Huumm... ainda não. Ou leio o livro uma segunda vez o terei que procurar um pouco mais.
Vejo este livro como um aperitivo: abre o apetite e prepara o estômago para o que se segue.
Alguns conceitos, por me parecerem tão simples, não os compreendi (eu sei que parece bizarro!). Os conceitos são tão diferentes e no entanto, tão semelhantes a outras teorias New Age, que me deixou um pouco confusa.
Mas há coisas interessantes. Vejamos:
De acordo com o livro o Mundo Superior é formado por dez dimensões. Normalmente é retratado como a Árvore da Vida, algo mais ou menos com este aspecto
Ora isto teria me passado ao lado não fosse ele mencionar a física quântica e o autor do livro anterior que andei a ler. Não há coincidências? Acho demasiada coincidência...
De qualquer forma, compreende-se porque tantos começaram a estudar a Kabbalah, é interessante, simples e acessível.

He's just not that into you



Tendo em português o belo título Ele não está assim tão interessado, este é o belo livro que está a provocar entre as mulheres uma revolução. Qual?!
Parar de nos mentir a nós próprias em relação aos comportamentos dos idiotas dos nossos namorados e parar de perder tempo com esses idiotas....
É difícil e foi difícil para mim ler este livro, tendo em conta a fase que estou a atravessar...
A sensação é a mesma de saber o resultado de um exame médico. Ninguém quer saber que tantos anos de má alimentação resultaram em artérias entupidas e num eminente ataque cardíaco.
Mas, tal como uma doença, é melhor saber e tratar do que ter problemas de coração. Para bons entendedores meia palavra basta. E deixo aqui duas frases-chave:
He's not that into you (Ele não está assim tão interessado). Dont waste the pretty (Não desperdices a beleza).

Emprestado pela Raquel.
Lido em Inglês.


O Guia da Cabra Secreta


Sendo este a continuação de um livro que não li (e que também não interessa ler porque não é necessário) e sendo um livro daqueles modernaços que eu pouco gosto, até foi uma agradável surpresa. A sério!
Divertido, leve, conselheiro sem drama, excelente para quem não vê o que se passa de errado nos relacionamentos (i.e. quem = mulheres).
É porreiro mesmo para quem não está em crise e como não compara a um modelo de perfeição acaba por não nos fazer sentir... burras...

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