Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Alice no País das Maravilhas, por Tim Burton




 


Na passada terça-feira fui cumprir o ritual que acontece sempre que sai um filme Tim Burton/Johnny Deep: peguei nas minhas gaijas e fomos ao cinema! Depois da última experiência com um filme da mesma dupla (Sweeney Todd) todas receávamos sair do cinema com a sensação de "Ó não, que diabo foi isto?". Tal não aconteceu. O Alice é um filme satisfatório mas longe de ser uma maravilha. A razão não consigo apontá-la. Sem dúvida que a Disney deu a Tim Burton tudo o que ele precisava: a nível gráfico, fotografia, cenários, maquilhagem, vestuário é irrepreensível. Adoro sempre os mundos que Tim Burton cria. Mas... mas... falta-lhe algum brilhantismo? Será que estou a exigir demasiado de ti, Tim? O Johnny incrível como sempre e até a Helena Bonham Carter, por quem eu não morro de amores, foi perfeita como a cabeçuda vilã. Talvez a Alice... a actriz lembrou-me constantemente de uma jovem Winona Ryder no Eduardo Mãos de Tesoura, muito loira e de olheiras assustadoras. Uma Alice um pouco mortiça. Mas não posso culpar a rapariga por o filme ter sido pouco interessante. De modo algum...


 











Duas irmãs, Um Rei - O filme

 



 


Li recentemente o livro "Duas irmãs, Um Rei" e como estava a adorar o livro, decidi ver como foi a sua adaptação para o cinema. Aliás, fi-lo porque a capa do livro era igual ao cartaz do filme e imaginei todas as cenas com o Eric Bana, a Scarlett Johansson e a Natalie Portman.



 


Não poderia ter cometido maior erro. Aliás, a este filme só tenho 2 elogios a fazer: a fotografia e o elenco. Tudo o resto é para esquecer.


Não só esta adaptação é infiel ao livro que lhe dá o nome, como está cheio de erros históricos e os diálogos são tão maus, tão pobres que penso se eles chegaram mesmo a ler o livro. O que realmente safa o filme é o seu bom elenco, apesar de a Scarlett Johansson estar muito longe da Maria do livro.


A Phillipa Gregory deve se ter passado quando viu o filme, e com razão! A sério: não vejam o filme, leiam o livro, que é fiel aos dados históricos e bom entertenimento.


 


 










 

Duas irmãs, Um rei

Resumo: A história começa com a chegada de Ana Bolena à corte de Henrique VIII depois de ter vivido na corte francesa. Maria, a sua irmã mais nova, com apenas 14 anos, aguarda a chegada da sua irmã e rival, com um misto de saudade e de ansiedade. Apesar de já estar casada, Maria é alvo da atenção do rei e rapidamente a família faz o que é necessário para que essa atenção se mantenha e tenha proveitos. Ela passa a ser amante do rei mas Maria está encantada: o rei é um ídolo e ela, a sua fã apaixonada. Ela engravida dele 2 vezes. Primeiro uma menina, a quem dá o nome de Catarina, em homenagem à rainha, e depois um rapaz, Henrique, como o seu pai. Mas, após o nascimento do Henrique, rapidamente percebe que Ana já tinha capturado a atenção do rei durante o período que tinha estado em repouso. Para a sua família é indiferente que seja Ana ou Maria, desde que continuem a ter uma posição forte na hierarquia, mas Ana é ambiciosa e sabe que pode ir mais além do que apenas amante do Rei. Aproveitando-se da sua fraqueza em não conseguir ter um filho varão legítimo, Ana continua a seduzir o rei incitando-o a divorciar-se da rainha Catarina. O divórcio arrasta-se durante anos mas finalmente concretiza-se e Henrique VIII casa com Ana Bolena e esta é coroada rainha. Após Ana ter uma filha, Isabel, Henrique começa a perder o interesse e a paciência com Ana. Rapidamente outra rapariga da corte, em tudo o oposto de Ana, captura o olho do rei. Ana sofre abortos atrás de abortos e começam a surgir suspeitas de bruxaria assim como incesto entre ela e o seu irmão Jorge. E é por estes crimes que ambos acabam por perder a cabeça. Maria, que no início tinha sido o centro de toda a história e atenção, passa para mera espectadora destes eventos e acaba por encontrar o amor e a felicidade onde menos espera.

Crítica: Foi a primeira ficção histórica que li desde há muito tempo e adorei-o. Primeiro porque me deu a conhecer uma personagem que desconhecia: Maria Bolena. Depois, como o relacionamento entre estas e Jorge (o terceiro Bolena) estão intimamente interligados entre si e à história que se desenvolve. Ana e Maria Bolena são o Ying e Yang desta história. 

Maria, a mais nova, é doce, meiga, maternal e encarna todos os elementos ternurentos e delicados de ser mulher. Já Ana é cheia de vivacidade, destemida, ambiciosa, inteligente e divertida. Juntas seriam a mulher perfeita mas os atributos de ambas chocam entre si em vez de se compensarem. E, é nesta simbiose, sempre com a presença e apoio de Jorge, que a história dos 3 Bolena se desenvolve. Desengane-se quem pensa que 640 páginas é muito. A história está muito bem contada e desenvolvida e permite-nos a nós, leitor, crescer e amadurecer com a Maria, a nossa narradora.  Henrique VIII é a razão da ascensão e queda das irmãs Bolena. Não houve um único momento em que conseguisse gostar dele. É o exemplo de puro egoísmo, ele vive e alimenta-se dos impulsos e dos elogios. Não entendo porque é que ele é tão fascinante, já que não o consigo ver sequer como uma figura romântica. Mas todas as figuras secundárias, todos os elementos da corte, os pais e o tio, todos eles compõem a imagem do que foi a corte de Henrique VIII e a sua época. Vale a pena ser lido, sem dúvida. 

Expectativa e estado de espírito: Estava muito curiosa com este livro, pois quem me emprestou leu já quase todos os livros da autora, de quem é fã. O tema e o ter sido adaptado para filme eram indicadores suficientes que estava perante um bom livro e foi isso mesmo o que encontrei. Foi uma boa altura para o ler, considerando que é uma altura “morna” do ano, ajudando a escapar à rotina do dia-a-dia. 

Pontos Positivos: A escrita simples e fluida. A construção do livro e o excelente desenvolvimento das personagens e das cenas.
Pontos Negativos: Volume do livro, um sacrifício para transportar.

Fez-me reflectir sobre: A posição inferior das mulheres, mesmo nas classes mais elevadas, onde eram trocadas pela ambição. Ambição a que preço?! Filhos e filhas. Gravidezes e abortos.

Feliz dia da Mulher


 


Foi com grande surpresa minha que ontem à noite (bem, esta madrugada na verdade) percebi que nenhuma mulher tinha ganho o Oscar de Melhor Realizadora até agora. Tenho pena que no século XXI ainda estamos a derrubar fronteiras como esta. E é isso mesmo que é o dia da Mulher para mim: ser igual, ter os mesmos direitos e deveres, derrubar fronteiras sociais sobre o papel do homem e da mulher, ir mais longe independentemente do sexo.


Fico um bocado irritada com a banalização deste dia em que se oferecem flores às mulheres e se combina almoços e jantares só de mulheres. É ridículo! Claro que devemos celebrar o facto de sermos mulheres mas não é isso que este dia representa! Representa por exemplo, podermos meter baixa por sofrermos uma gravidez de risco e não sermos olhadas como más profissionais por isso. Entre um milhão e meio de outros exemplos.


Não vendam este dia de reflexão por presentes e festas. Valemos muito mais que isso.

Dactilografia


 


Qualquer boa secretária tem que ter a capacidade de elaborar um documento rapidamente e sem erros. Fazia parte do currículo (há muitos anos atrás) ter uma cadeira de dactilografia, em que se aprendia a escrever à máquina de forma rápida, sem erros e sem olhar para o teclado. Com a universalização dos computadores uma cadeira desse género passou a ser totalmente obsoleta. Ou talvez não...


De certeza que escreve bem e rápidamente num computador? Quantas vezes volta atrás para apagar a letra que escreveu mal?


Descobri um curso online grátis (dá para configurar o teclado português) onde se pode practicar a dactilografar melhor! Não apenas para secretárias...

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2006
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2005
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D