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Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

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Sawyer III

Ok, antes que este blog se transforme num blog sobre o Lost, juro que este é o último post sobre o Sawyer.
É que tenho andado a ver vídeos no youtube e descobri um muito engraçado sobre as expressões cómicas, coloridas e algo ofensivas que o Sawyer utiliza para falar com as várias personagens.
Desde chamar Jabba ao Hurley (o gordinho), Doc Giggles ao médico, Frekles (sardas) à Kate ou Abdul ao Sahid (iraquiano), nenhum se safa.... E ok, o homem pode ser bom mas se andasse sempre em sofrimento como o Jack não tinha metade da piada! Assim, ele goza com toda a gente de uma forma inteligente e passamos o tempo à espera da próxima personificação. Vejam lá se não é verdade...


Sawyer II

Fiquei chocada quando descobri que alguns amigos meus não sabem quem é o Sawyer do Lost!
Para corrigir essa lacuna, fica aqui um vídeo do rapaz e da Kate, do romance que está prestes a entrar em embulição já na próxima temporada... É disto que ando à espera há algum tempo...

 

Sawyer





Chama-se Josh Holloway e é o Sawyer da série Lost. Aqui está o rapaz num dos episódios da nova temporada... Bom como sempre....



E aqui está ele e a Kate, a queimar tempo já que estão os dois trancados numa cela juntos...



Os livros que eu li

O meu blog Ler e Reflectir é mais antigo que este. Fez um ano em Agosto e não pude deixar de reparar que é precisamente Agosto o mês que eu leio mais.
Provavelmente por duas razões:
1º - Porque estou de férias,
2º - Porque é o mês a seguir ao meu aniversário, altura em que as pessoas me oferecem livros.
Não foi o caso este ano, mas acabei por comprar à mesma uma batelada de livros que já não cabe na minha estante. Tenho que começar a doar...
De qualquer forma, é giro ver a oscilação de leituras ao longo do ano.

Gmail e Nokia N70

Tenho os dois e, embora não seja fundamental ter o email no meu telemóvel, configurei-o hoje com sucesso.
Como é que o fiz? Assim:
Definições cx.correio:
Nome cx. de correio: Gmail
Ponto acesso em uso: Internet Vodafone (no meu caso)
Meu ender. de e-mail: <qualquer>@gmail.com
Servid. envio correio: smtp.gmail.com
Nome de utilizador: <qualquer>@gmail.com
Senha: <password>
Serv. recepção corr.: pop.gmail.com
Tipo da caixa de correio: POP3
Segurança (portas): Activa (993/995)
Iníc.sess.seguro APOP: Não

E pronto! Também importante é no gmail ter o POP activo. Para fazê-lo é ir a Configurações -> Encaminhamento e POP -> Activar o POP (qualquer uma das três opções).

Resgate no Tempo



Terminei este livro há algumas noites atrás mas apenas agora deixo aqui a minha opinião sobre ele.
É, sem dúvida, uma aventura do início ao fim tendo como pano de fundo um dos meus temas favoritos: viagens no tempo.
Um grupo de arqueólogos viaja para o passado para socorrerem o mentor do projecto no qual trabalhavam. Deparam-se com o mundo sobre o qual estudavam e correm perigo de vida constante. É sem dúvida um bom e leve livro para ler.

Diário de um quiosque: cliente-tipo


Adorei este post e não me  envergonho de o repetir para aqui:




O cliente mais usual do quiosque é super-rápido e costumo designá-lo por PPV - Pede, Paga e Vai embora. É assíduo, vem sempre à mesma hora e geralmente traz dinheiro trocado. É impossível impingir o que quer que seja a um PPV. Quando estamos a sacar um exemplar da 37ª colecção do 24 Horas , já o PPV se pôs a milhas. Se tem mais de um metro e oitenta, o PPV corre sérios riscos de cabecear violentamente a estrutura metálica do toldo. Faz de conta que não se passou nada, desaparece e volta no dia seguinte, pronto a repetir a dose.


Depois temos o cliente PPF – Pede, Paga e Fica. É o meu preferido, principalmente nas horas mortas da manhã. Não tem pressa, gosta de apreciar o que está exposto à sua volta e se não tem cuidado acaba por gastar mais do que aquilo que estava à espera. De facto, os PPF são um bom alvo para as que eu chamo de segundas escolhas. Não, não estou a falar do Mantorras, mas sim da possibilidade de ao cliente PPF ser sugerida uma determinada publicação suplementar que poderá ir de encontro às suas preferências. Enquanto comentam as últimas asneiras do governo, geralmente apanham com um “...por falar nisso, hoje saiu a Maxmen”. As 20 centímetros dos seus olhos, a foto da capa faz milagres. Se a coisa teve sucesso, convém não abusar em mais sugestões, ou corre-se o risco de o cliente se transformar num PPV.


Estes são os dois tipos de cliente principais. Depois temos os sub-clientes, em muito menor número mas com as suas particularidades muito especiais.


Há o cliente PF, dos Pedidos Difíceis. Invariavelmente do sexo feminino, coloca questões sobre revistas de ponto de cruz, de croché, arraoilosou bordados, certamente na esperança de ouvir uma pormenorizada descrição sobre o conteúdo da última edição da Para Ti, publicação referência das bancas. Um “não estou muito bem dentro desse tema” torna-se imperativo neste casos bicudos, e à cliente PF são abertas as portas da secção de revistas.


O cliente PEPedidos Estranhos – é raro, mas tem garantido um lugar de destaque nas Memórias do Quiosque. “Por acaso não tem calçadeiras?” ou “Vende milho para dar aos pombos?” ficarão para sempre marcados nos momentos mais hilariantes. Ouvir isto sem desmanchar uma gargalhada terá sido das mais árduas tarefas que ultrapassei no quiosque.


Finalmente há o CESCliente Espantalho do Sporting. Dizem que há pelo menos um em cada quiosque e eu confirmo. Aparece à 2ª feira, sempre que o fim-de-semana desportivo lhe corre de feição, e tem preferência pela hora de ponta, quando as probabilidades de dar de caras com benfiquistas são mais favoráveis. A 30 metros do quiosque já se ouve a cantoria “Ninguém pára o Benfica...”. Chegado ao local, pede os 3 desportivos, pergunta sarcasticamente pelos resultados e, no meio das bocas ao cabelo do Nuno Gomes ou aos mergulhos do Simão, consegue fazer dispersar qualquer Pede, Paga e Fica que se encontre por perto. Colecciona o Lucky Luke, o Michel Vaillant e há tempos saiu-se com esta: “Começa-me a guardar aquela colecção da Anita. Mas não digas a ninguém...” E eu não disse...


Um abraço, G."


Para ler em Diário de um quiosque.


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