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Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Faltam 8 dias

Para mim este é um dos livros mais aguardados do ano. Pertence à saga The Iron Seas, que adoro ao infinito. Está encomendado desde Abril e a autora disponibilizou um excerto do livro há algum tempo. Confesso que, apesar de ter comprado a edição americana, a capa da edição inglesa é muito mais bonita e próxima das características físicas da personagem.

Edição americana
Sinopse: A century after a devastating volcanic eruption forced Iceland’s inhabitants to abandon its shores, the island has become enshrouded in legend. Fishermen tell tales of giant trolls guarding the land and of seductive witches who steal men’s hearts. But the truth behind the legends is mechanical, not magic—and the mystery of the island a matter of life and death for a community of women who once spilled noble blood to secure their freedom. 
Five years ago, Annika unwittingly endangered that secret, but her sister Källa took the blame and was exiled. Now Annika serves on the airshipPhatéon, flying from port to port in search of her sister and longing to return home . . . but that home is threatened when expedition leader David Kentewess comes aboard. Determined to solve the mystery of his own origin, David will stop at nothing to expose Annika’s secrets. But when disaster strikes, leaving David and Annika stranded on a glacier and pursued by a madman, their very survival depends on keeping the heat rising between them—and generating lots of steam . . .

Edição inglesa

Immortal Rider

Lido no Kindle
Lido em Inglês
Esta opinião contém spoilers

Série: Lords of Deliverance ( #2 de #5)
Resumo: Durante a festa de noivado de Ares e Cara, Arik é arrastado para Sheoul depois de ter beijado Limos. Preso e torturado, ele não percebe como é que um simples beijo o deixou em tal situação. A verdade acaba por se revelar mais tarde já em liberdade: Limos, um dos cavaleiros do Apocalipse, é também a noiva de Satanás, algo que ela já não deseja depois de ter beijado Arik. Juntos (e com a ajuda de Ares e Thanatos) decidem que a melhor forma de se livrarem do perigo é assegurarem o agimortus de Limos e resolverem a questão do noivado dela. Entretanto o Pestilência elabora um esquema para quebrar com o selo de Thanatos, com consequências inesperadas. A frágil relação entre os cavaleiros e o Aegis fica ainda mais abalada depois do que Reagan fez a Thanatos.

Expectativa: Depois de ter gostado muito do Eternal Rider decidi continuar a ler esta saga, curiosa e viciante.

Opinião: Este segundo volume do Lords of Deliverance pareceu-me mais fraquinho do que anterior. A história de Limos e Arik é banalíssima: retira-se todos os elementos de sobrenatural e fica-se apenas com uma história simples de virgindade, mentiras e passados angustiantes. É de tal forma banal que a própria autora decidiu introduzir já a história entre Thanatos e Regan. Há muito sangue, suor e quase sexo, lágrimas q.b. também. Irrita-me ver os personagens do Demonica a ocuparem tanto espaço nestes livros, reduzindo (em vez do efeito oposto) o meu interesse em ler a saga anterior. No geral estou satisfeita com o livro, a Larissa Ione domina bem a arte de nos deixar presos ao livro e continuar a ler mas, olhando para trás, é lamentável que seja um livro que tem tão pouco para contar.
 
Pontos positivos: Os acontecimentos entre Reaver e Harvester, o que raio se passa com aqueles dois? A história entre Thanatos e Reagan, apesar de ter acontecido tudo muito de repente.
 
Pontos negativos: A forma rápida com que Arik perdoou a Limos por tudo, parecia que estava doidinho para lhe tirar a virgindade.
 
Estado de espírito: Há um mantra que preciso de repetir a mim mesma: "Não irás ler dois livros seguidos da mesma saga." Eu sei que há pessoas que não têm qualquer problema em fazê-lo mas, hoje em dia percebo que ao segundo livro já não me sinto tão cativada, que me aborreço da "voz" do autor e que tudo me parece mais do mesmo. Esperar é bom e deixar algum espaço de tempo entre livros da mesma saga é o ideal para mim.

Fez-me refletir sobre: Mentiras e mudança de vida.

Depois das obras [Fotos]

Como prometido aqui estão as fotos depois das obras mais recentes.O que foi feito? Foi colocado chão flutuante Tarkett White Ash em todos os quartos, com rodapés brancos, e a casa foi toda pintada de branco, mais por questões de orçamento que gosto pessoal. Aqui está o post sobre como estavam os tacos e rodapés antes da obra.As máquinas utilizadas para tirar as fotos do antes e depois são diferentes, sendo as fotos mais recentes de melhor qualidade. Tentei captar os mesmos planos mas nem sempre fui sucedida.


Detalhes




Aqui estão as alterações feitas em detalhe: Os rodapés novos são brancos, modernos e mais altos que os anteriores. O chão passou de tacos escuros para um chão flutuante bem clarinho.


Antes



Depois


Cozinha




A parede branca da cozinha (também conhecida como "a parede da discórdia") foi novamente estucada pelo pintor, dado o mau trabalho que tinha sido feito pelo pedreiro. Com a pintura a parede ficou impecável.


Antes



 


Depois





Ainda na cozinha, nomeadamente na "marquise", a parede e tecto foram estucados (antes a parede era rugosa) e pintados. As árvores estão finalmente enterradas.


Antes



Depois


 


 


Escritório




Antes



Depois




Quarto 




Antes



Depois



 


Sala




 Antes



Depois



 


Hall




Antes




Depois






As casas-de-banho também foram pintadas (tectos) mas como a diferença é mínima, não foram fotografadas.


O trabalho ficou fantástico, na minha opinião, estou extremamente satisfeita. Se tivesse descoberto esta empresa antes teria sido com eles que teria feito as obras do ano passado. O melhor de tudo é o fantástico cheiro a novo que a casa tem.


No total gastei cerca de 2700€, tendo sido o chão com montagem e tudo o que era necessário em 1200€, mais coisa menos coisa. A pintura também estava dentro dos valores de mercado.


Por isso mesmo recomendo vivamente contactarem a Melom.

Como escolhem o livro seguinte?

Estava aqui a pensar o quanto é interessante e por vezes stressante escolher o livro a ler a seguir. Há várias formas do fazer e vários factores que podem influenciar essa escolha. No meu caso costuma funcionar assim:

Um-dó-li-tá

Aconteceu com o livro que li antes, Eternal Rider. Queria escolher um livro do Kindle para ler mas não sabia qual escolher. Como tenho os livros organizados por colecções (sagas), atribuí um número a cada saga, fui ao http://www.random.org/ e escolhi o número que me saiu. Acabou por ser uma boa escolha!

O livro que li antes

O livro que estou a ler agora pertence à mesma saga que o livro que li antes e por ter gostado, decidi ler imediatamente o seguinte. Por vezes também o livro terminado foi tão intenso que sinto necessidade de fazer um período de "luto", ou não lendo nada ou lendo algo completamente diferente.

A época do ano / da vida

Claro que nunca sei ao certo o que vou encontrar quando começo um livro mas, porque tenho ritmos de leitura diferentes ao longo do ano, prefiro deixar os livros mais volumosos e reflectivos para o Natal e Ano Novo, os românticos para o verão e por aí fora. Por vezes pauso um livro e recomeço-o noutra altura do ano: aconteceu-me com O Monte dos Vendavais e estou a fazer o mesmo agora com o E Tudo o Vento Levou, que apesar de estar a adorar a leitura, vou recomeçar no Outono. O mesmo acontece com o meu estado de espírito no momento e o que está a acontecer na minha vida. Por vezes compro livros que acho interessantes mas parece que nunca surge o momento certo para os ler, porque a ideia pré-feita que tenho deles me diz que ainda não é o momento apropriado.

Emprestado

Normalmente é um factor que apressa a escolha de um livro. Detesto emprestar os meus livros e esperar eternidades até me os devolverem e por isso evito fazer isso a outras pessoas. Claro que acaba por ser um livro que por vezes nem se adequa à "época do ano / vida" ou que não respeita o sentimento deixado pelo "o livro que li antes". No entanto a maioria dos livros emprestados foram sempre livros que eu já tinha admitido que queria ler e, ao aceitar o empréstimo sinto que é um pronúncio de boa escolha.

Lista pré-definida

Desde o ano passado que, no início do ano, faço uma lista de livros que quero ler durante o ano: ou porque estão na estante à tempo demais, ou... pois, basicamente a razão é essa. Acontece que durante o ano vou-me desviando cada vez mais da dita lista mas esta ajuda a ter em mente que terei de escolher um daqueles livros a dada altura e a arranjar vontade para os ler.

Desafios

À semelhança do tópico anterior, tenho aderido a alguns desafios de leitura, sejam leituras temáticas ou outros, para poder ler vários livros diferentes do que normalmente leria ou para reduzir a minha pilha de livros por ler. Isso facilita a escolha porque obriga-me a seguir o caminho menos confortável e a fazer uma opção. Nesta decisão também incluo a pressão de grupo que, ou por participar numa leitura conjunta ou me render ao entusiasmo de outros, acabo por escolher ler um livro que de outra forma não iria ler tão depressa.

Novidade/ Livro aguardado

Deixei este tópico para o fim porque é o que menos pesa nas minhas decisões. Normalmente até compro logo o livro para o ler quando me apetece e é muito raro saltar logo para a leitura dele. Este ano só aconteceu ainda uma vez e duvido que venha a acontecer novamente.

E vocês, como escolhem o livro que vão ler a seguir?

Eternal Rider

1 Eternal RiderLido no Kindle
Lido em Inglês
Esta opinião contém spoilers

Série: Lords of Deliverance ( #1 de #5)

Resumo: De uma succubus e de um anjo caído foram geradas quatro crianças: três rapazes que foram trocados por crianças humanas (Reseph, Ares e Thanatos) e uma rapariga que cresceu até à idade adulta no Inferno (Limos). Quando chegaram à idade adulta os quatro foram condenados a transportar consigo os selos do apocalipse. Caso estes se quebrem, rendem-se completamente ao lado do Mal e espalharão o apocalipse sobre o Terra.
Quando o selo de Reseph se quebra, e este se transforma no Pestilência, Ares sabe que a contagem decrescente para a quebra do seu selo começou e terá de encontrar e proteger o seu agimortus. O que ele não contava é que o seu agimortus tivesse sido transferido para uma humana, Cara. Esta desconhecia a existência de hellhounds, demónios, anjos ou cavaleiros do Apocalipse mas quando um hellhound cachorro e Ares se atravessam no seu caminho, não há forma como escapar, excepto morrendo, e isso é exactamente o que não pode acontecer.

Expectativa: Nenhuma. Adquiri o livro pelas capas e escolhi lê-lo ao calhas.

Opinião: Este foi o meu primeiro contacto com um dos livros de Larissa Ione mas não será o último. A única autora que eu li que tem um estilo semelhante, tanto na criação do universo assim como no desenrolar da acção e romance, é a Sherrilyn Kenyon (autora da saga O Predador da Noite). As primeiras páginas foram um pouco complicadas para mim: muitos nomes, muita acção, senti-me jogada para universo estranho e complicado. No entanto o livro foi viciante o suficiente para continuar a ler. Rapidamente afeiçoei-me aos protagonistas e a cada reviravolta de enredo eu roubava a mim mesma uma hora de sono.
Cara e Ares são ambos o produto de um passado atormentado e o par mais improvável de acontecer: ele é o todo-poderoso Senhor da Guerra, um dos Cavaleiros do Apocalipse e Cara é o frágil produto dos traumas do seu passado, uma mulher sozinha e sem família. No entanto, na iminência do Apocalipse, o amor e o sexo acontecem. Apesar de apreciar que estes livros tenham cenas mais picantes, confesso que as deste livro, apesar de serem bem descritivas (e detalhadas!!), parecem ter acontecido nas alturas mais estranhas. Houve um momento em que pensei: "Ok, o Apocalipse está prestes a acontecer e AGORA é que lhes apetece fazê-lo?!"
Além dos protagonistas, a história também está recheadinha de personagens interessantes. Os outros Cavaleiros do Apocalipse por exemplo, têm cada um características físicas e temperamentais bem definidas (e serão os protagonistas principais dos próximos livros, incluindo o vilão Reseph). Além deles, há todo um mundo de anjos e demónios, muitos deles emprestados da saga que precede e deu origem a esta, intitulada de Demonica.
Acção, romance, aventura e fantástico é algo que não faltou neste livro, que me encheu as medidas numa altura em que senti falta de algo leve e quente e imaginativo para ler neste verão.

Pontos positivos: O romance e a acção são doseados na forma certa, a forma viciante como tudo se desenrola, o Universo e os Cavaleiros em particular.

Pontos negativos: A inclusão dos personagens da saga Demónica, que fez pouco ou nenhum sentido para quem não os conhece. Acredito que deve ter sido excelente para os fãs que já os conheciam mas para mim foi apenas estranho e demasiado. A constante menção às unhas cravadas na pele do protagonista masculino durante as cenas mais hot.

Estado de espírito: Depois de umas férias um pouco depressivas resolvi pausar o livro que tinha em mãos e escapar para um romance paranormal. Eternal Rider acabou por ser rebuscado e romântico o suficiente para me encher as medidas e ofereceu-me o escape que procurava.

Fez-me refletir sobre: Dos actos de bondade podem vir grandes recompensas.

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