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Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Fazer bem as coisas - A arte de fazer acontecer

Sinopse: Pela primeira vez editado em Portugal este Bestseller internacional irá revolucionar a sua forma de trabalhar e de se organizar. O famoso método Getting Things Done (GTD), de David Allen já deu provas da sua eficácia ao nível da organização pessoal, eficiência, criatividade e os seus resultados, quer no trabalho como na vida pessoal. David Allen, um orientador experiente e consultor em gestão, partilha estes seus métodos para o ajudar a atingir um melhor desempenho, sem stress. A fórmula de Allen é simples: a nossa produtividade é directamente proporcional à nossa capacidade de relaxar. Só quando as nossas mentes estão claras e os nossos pensamentos organizados é que podemos alcançar resultados eficazes e libertar o nosso potencial criativo. A partir de princípios básicos e truques comprovados, este livro pode transformar a sua forma de trabalhar e viver, mostrando-lhe como entrar no ritmo sem se desgastar.

Crítica: Eu só tenho elogios a tecer a este livro. Coloquei os ensinamentos dele em prática e funcionam, sem dúvida alguma. Ele divide-se em 3 partes: Os primeiros 3 capítulos introduzem os conceitos: o que é o GTD, compreender o fluxo de trabalho, entender como é que o cérebro organiza a informação, como se desenrola o fluxo de trabalho, etc. Entre o Capítulo 4 até ao 10º, todo o sistema é explicado: desde os materiais a utilizar, como melhor organizar o local de trabalho, quando deve iniciar o processo, tudo! É como se tivéssemos o nosso personal coacher ao nosso lado. Tudo o que eu precisei de saber para implementar este método fui buscá-lo ao livro. A última parte, que engloba os 3 últimos capítulos, explica a importância de manter determinados hábitos e a força e importância que estes têm. Conceitos como a “regra dos 2 minutos” e “qual a próxima acção?” foram, para mim, assombrosos pois, apesar de serem tão simples, são tão poderosos. Ele ensina-nos a organizar o trabalho de uma forma harmoniosa com o pensamento, aquela que nos é mais confortável, e o resultado é uma sensação de controlo absoluto sobre o trabalho e a vida.

Pontos Positivos: A linguagem clara e acessível. O cuidado em explicar todos os passos a tomar para conseguir implementar o sistema. A estrutura do livro.

Pontos Negativos: Nada a salientar excepto algumas decisões tomadas na tradução: O título, com o qual não concordo. Não se trata de “fazer bem” mas sim na capacidade de “fazer”. Logo, “Fazer as coisas” ou até “Conseguir fazer as coisas” deveriam ser as opções mais adequadas. Outra opção de tradução, prendeu-se com a “impressora de etiquetas” que é um objecto estranho para a maioria dos portugueses. A impressora de etiquetas que o autor refere é nem mais que uma impressora Dymo, marca especializada em produzir máquinas e fitas etiquetadoras. Há desde as mais simples, com um alfabeto numa roda até às etiquetadoras electrónicas mais modernas.

Expectativa e estado de espírito: Esta foi uma releitura do livro. Há um ano atrás, quando o li pela primeira vez em inglês, sofri um pouco com a sua leitura. Não porque a linguagem fosse complicada ou demasiado técnica, que não o é, mas porque senti que não estava a compreender os conceitos na tua plenitude. Quando finalmente os compreendi foi como se uma luz se acendesse no meu cérebro. Desta vez, toda a leitura foi mais rápida mas os 3 primeiros capítulos ainda os considero os mais complicados, talvez por serem um pouco mais teóricos que o resto do livro. Foi óptimo ter a oportunidade de refrescar os conceitos e os métodos e funcionou um pouco como uma injecção de energia para me manter motivada no método. Apesar de parecer mais adequado a gestores ou trabalhadores de escritório eu recomendo este livro a profissionais de todas as áreas, pois este método abrange tanto a área profissional como pessoal.

Fez-me reflectir sobre: O pouco que nos é ensinado na escola sobre organização, assim como muitos dos cursos de formação sobre gestão de tempo poderão estar desadequados com a realidade e as dificuldades que muitos profissionais enfrentam.

Nota: Um vídeo do autor a falar um pouco sobre a metodologia.

Hora de almoço surreal...

Isto de almoçar sozinha tem destas coisas.


O grupo de 6 raparigas sentado à minha frente parabenizava uma delas por estar grávida. Até aí tudo bem não fosse as duas raparigas sentadas ao meu lado que discutiam qual das duas tinha levado mais pontos após o parto.  Hummm... ok, não é uma boa imagem para ter enquanto se saboreia uma quiche de espinafres. Do meu lado esquerdo dois rapazes falavam de depilação definitiva e o quanto isso era vantajoso para as mulheres em questão de higiene e tal...


 


Pára o mundo! Terei ouvido bem? Pêlo é porco? Tanto quanto eu sei, ter pêlos por depilar é , nos dias que correm, inestético e pouco aceitável no sexo feminino mas já chegámos ao ponto de dizer que é porco?! Fala-se tanto no fascismo disto, na falta de liberdade daquilo mas ninguém vê o quanto é ridículo certas normas que a sociedade adopta como normais.


 


Sawyer is hot!


Ai que o azul lhe fica tão bem!!!


 



E este ar de durão a relembrar o dia em que ele matou o urso polar fez parar o meu coraçãozinho!!


 



Agora esta cena pôs a minha mente perversa a trabalhar a todo o vapor.  Ai ai Josh...

Sobre o desperdício de papel

Todos os dias depois de dar entrada do correio do escritório fico sempre com a sensação que preciso de um balde do lixo maior. A razão é simples e óbvia: A quantidade de papel que deito fora é tanta ou mais que aquela que realmente guardo e interessa.

Mais triste ainda é saber que poderia evitar-se deitar tanto papel fora, principalmente agora que vivemos numa época de consciência ambiental.

As empresas continuam a ser extremamente autistas em relação a este assunto e insistem no mesmo tipo de divulgação e publicidade, sem considerarem que há alternativas menos dispendiosas e ecológicas.


 


Para terem uma perspectiva do meu correio, isto é o que eu deito para o lixo:


 


- Os envelopes: Todos, excepto os registados. Há empresas que enviam facturas em separado, uma por envelope, por exemplo. Uma alternativa inteligente é a adoptada pelo serviço de finanças em que a informação é dobrada sobre si mesma e transformada em envelope. Entendo que empresas pequenas como a minha não tenham acesso a esse tipo de envelopagem, mas com tanta inovação em design, porque não uma alternativa viável para as pequenas e médias empresas?


- A publicidade: Eu sou cuidadosa e paciente o suficiente para de vez em quando ligar para as empresas e dizer: "Olhe, agradecidos pela informação mas envie para o email. Não precisa de enviar em papel." Ou então simplesmente digo que não queremos continuar a receber. De pouco ou nada serve. A Makro por exemplo, levantou tanta burocracia que simplesmente desisti!


E mais do que ser publicidade em papel, aflige-me ver publicidade em papel tão caro! Uma escola Superior envia a informação sobre os cursos e pós-graduações em papel caro, em formato de folheto agrafado, a cores, pesadíssimo. Porquê gastar tanto dinheiro das propinas dos alunos nesta informação que vai directamente para o lixo?? Não é o conteúdo que interessa afinal?


 


Enfim... fica aqui algumas divagações sobre o assunto, de certeza que mais alguma me ocorrerá, entretanto, se por acaso alguém se interessar por este artigo, um ou dois conselhos simples:


 


- Pergunte antes se realmente queremos receber a sua informação. Se não somos o seu público-alvo, poupará à sua empresa de estar a deitar dinheiro ao lixo (literalmente).


 


- Reveja a sua mailing list: os que foram devolvidos, os que nunca encomendaram nada...


 


- Considere o email uma alternativa: uma newsletter bem feita poderá conseguir mais resultados que uma brochura em papel. O email é automaticamente reencaminhado para os chefes, a brochura anda de secretária em secretária a ganhar pó.


 


Se acha que o deito para o lixo por vontade própria, desengane-se: quando vim para este emprego, distribuía a publicidade por todos, pois desconhecia o que deitar fora. Foi por indicação dos meus chefes que fui separando o que lhes interessava e o que eles nem querem ver. E se, depois de ler isto, ainda achar que a publicidade em papel ainda vale a pena bem... então sempre terei de arranjar um caixote do lixo maior.

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