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Telmixa

Mix de leituras, organização, tv, filmes, tecnologia e de mim, claro!

Telmixa

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Conjuntivite


 


Já estou com conjuntivite há mais de 8 dias. É horrível, o olho fica todo vermelho, pareço a noiva do drácula e PIOR: não posso usar as lentes de contacto. Buááááá.... Ó doença mais chata!


Para quem nunca teve, ou como eu, a tem pela primeira vez, recomendo uma pesquisa na net para ficar totalmente inteirado do drama. Na wikipédia por exemplo, tem esta imagem muito explícita da dita (não sou eu...).


 


O que é a Conjuntivite?


A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva ocular e altamente contagiosa. Há três tipos: alérgica, virulenta e bacteriana. A minha é a última, porque deitei pus verde do olho. Yac, nojo! Para cada uma há um tratamento específico, por isso deve-se ir a um médico. Eu fui no próprio dia, mas passou de um olho para o outro, por isso ainda a tenho.


 


Cuidados a ter:




  • Lavar as mãos frequentemente.



  • Evitar aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes



  • Lavar com frequência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogénicos



  • Não coçar os olhos



  • Aumentar a frequência com que troca as toalhas do banheiro e sabonete ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos



  • Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise



  • Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza



  • Evitar contacto directo com outras pessoas.



  • Evitar pegar crianças pequenas no colo.



  • Não use lentes de contato durante esse período.



A maquilhagem que usei no sábado passado foi para o lixo, ou corria o risco de me re-infectar. Usei umas lentes descartáveis para um dia só, para ficar bonita nas fotos. Os óculos serão a minha companhia até ao fim da doença.

A Estrada



Comecei a ler este livro com uma curiosidade louca: o autor tinha vencido o Pulitzer deste ano, a Oprah andava a lê-lo e a história, um pai e um filho a percorrerem uma estrada, num mundo destruído.
A curiosidade em saber como é que o mundo tinha sido destruído foi o que me fez comprá-lo, e também o que me fez continuar a lê-lo. Mas no fim, era o que menos interessava...
É uma leitura pesada, chorei muito e tive que parar a leitura durante uma semana. Retrata um futuro negro, talvez muito próximo e aniquila qualquer sentimento de esperança. Não tem uma filosofia escondida, na minha opinião. É uma história que nos faz sentir em privação, como as personagens do livro. O que faz, afinal, de nós humanos e não animais? O que fazer quando já não resta esperança?
Adorei lê-lo, apesar de não parecer. Adorei, porque senti-me ali: com fome, frio, dores, naquela estrada. Adorei porque não é um livro bonito, para entreter, mas é um bom livro, bem escrito.
Parabéns ao autor, por imaginar o ser humano no limite da sua sobrevivência, aquele momento que não queremos conhecer.
Parabéns ao tradutor por ter capturado bem a linguagem do autor.
Pai e filho numa estrada. O amor emana no meio da destruição, no meio de uma humanidade sem esperança.